O Mercado Livre de Energia avança rapidamente no Brasil e, com ele, cresce também o número de comercializadoras, consultorias, integradores e parceiros comerciais disputando a atenção das mesmas empresas.
Nesse cenário, é preciso saber comunicar com clareza o valor que você entrega.
Vender energia vai muito além de falar em “economia na conta de luz”. Para o cliente, a decisão passa por risco, planejamento de longo prazo, estratégias ESG, competitividade e confiança no parceiro escolhido.
Por isso, quem atua com energia precisa assumir, ao mesmo tempo, o papel de especialista técnico e de comunicador.
O marketing entra justamente como esse elo: transforma um tema complexo em informação acessível, fortalece a percepção de autoridade, apoia a geração de demanda e sustenta o relacionamento no pós-venda.
Siga a leitura para saber mais:
O Ambiente de Contratação Livre envolve conceitos, siglas e processos que não fazem parte da rotina da maioria dos decisores: PLD, encargos, exposição, garantias financeiras, prazos de migração, gestão de portfólio, entre outros.
Para um CFO, diretor industrial ou gestor de compras, esses temas aparecem normalmente em momentos de alta pressão: revisão de custos, necessidade de ganho de competitividade ou metas de sustentabilidade.
Se a comunicação do parceiro é confusa ou excessivamente técnica, a tendência é postergar decisões ou escolher apenas pelo preço.
O marketing ajuda o parceiro a “traduzir” esse universo de forma didática e responsável. Conteúdos bem estruturados (artigos, guias, FAQs, vídeos curtos) explicam o passo a passo da migração, os riscos envolvidos, os possíveis cenários de preço e as diferenças entre Mercado Livre de Energia e mercado regulado.
Assim, a conversa comercial começa com mais clareza e menos resistência.
Energia é um insumo estratégico. Quando uma empresa escolhe migrar para o Mercado Livre de Energia, ela está assumindo uma decisão que impacta orçamento, operações e governança. Por isso, a credibilidade do parceiro pesa tanto quanto as condições comerciais.
Nesse contexto, o marketing tem função direta na construção de confiança:
Para o parceiro comercial, isso é ainda mais importante: muitas vezes, ele é o primeiro ponto de contato do cliente com o tema.
Se a presença digital é fraca, desatualizada ou genérica, a percepção de risco aumenta. Se a comunicação é consistente e alinhada com referências do setor, o processo comercial ocorre em bases mais sólidas.
O número de comercializadoras, consultorias e intermediários no Mercado Livre de Energia cresce ano a ano. Vários comunicam as mesmas mensagens: “redução de custos”, “energia sustentável”, “gestão completa”.
Sem uma estratégia de diferenciação, o parceiro acaba disputando espaço apenas em torno de preço ou percentual de economia estimada. O marketing ajuda a organizar esse posicionamento.
Alguns caminhos de diferenciação possíveis:
Quando o parceiro comunica “para quem” atua melhor e “como” entrega valor, deixa de ser percebido como uma opção genérica e passa a ocupar um lugar definido na mente do cliente.
Leia também: “Dicas para conseguir clientes como parceiro comercial de energia”
No Mercado Livre de Energia, uma parte relevante do trabalho do parceiro é educar o cliente.
Muitas empresas ainda não entendem completamente quem pode migrar, quais são os prazos, quais riscos existem e quais ganhos são realistas.
Uma estratégia de marketing consistente para parceiros deve colocar educação de mercado no centro:
Esse tipo de conteúdo acelera o entendimento, reduz a insegurança e posiciona o parceiro como fonte confiável de informação.
A atuação da Athena na produção de conteúdos técnicos e educativos é um exemplo de como essa abordagem fortalece o relacionamento com o mercado.
Para quem atua no B2B, o LinkedIn é um canal estratégico. É nele que estão executivos, gestores de energia, responsáveis por compras e profissionais de sustentabilidade que influenciam a decisão de migrar para o Mercado Livre de Energia.
Para parceiros, alguns pontos são fundamentais:
Com o tempo, isso cria reconhecimento e facilita abordagens comerciais: muitos contatos passam a chegar pela própria visibilidade digital.
Fechar um contrato de energia é o início da relação. O parceiro que enxerga o pós-venda como parte da estratégia de marketing tende a ter menor churn e maior indicação.
Algumas ações de comunicação úteis no pós-venda:
Do ponto de vista do cliente, isso reforça a ideia de parceria de longo prazo. Do ponto de vista do parceiro, cada interação bem conduzida é uma oportunidade de fortalecer a marca e gerar novas oportunidades.
Parceiros comerciais podem potencializar sua presença no Mercado Livre de Energia ao se aproximarem de comercializadoras e estruturas já consolidadas.
Parcerias estratégicas permitem:
Quando o parceiro atua junto a uma empresa com reputação estabelecida, como a Athena Energia, a comunicação ganha peso adicional: o cliente enxerga respaldo institucional, governança e capacidade técnica somados à proximidade e à atuação consultiva do parceiro local.
O marketing no Mercado Livre de Energia integra a estratégia comercial e influencia diretamente a percepção de risco, confiança e valor do parceiro.
Para quem atua como parceiro comercial, consultor ou integrador, comunicar bem significa:
Quem estrutura sua atuação dessa forma tende a vender melhor, reter mais clientes e participar de forma consistente da expansão do Mercado Livre de Energia.
Se você é parceiro ou quer atuar no Mercado Livre de Energia, a Athena Energia oferece conhecimento, estrutura e suporte para fortalecer sua marca e atrair novos clientes. Fale com nossa equipe e descubra como podemos crescer juntos.
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